Beto Matos: Ator, dramaturgo e escritor, formado em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP (1988/92). Integrante do Phila7 desde sua fundação em 2005, tem trabalhado como ator e autor teatral nos espetáculos da Companhia. Como autor recebeu prêmios como o PRÊMIO FUNARTE DE DRAMATURGIA/2005 com o texto “A Verdade Relativa da Coisa em Si”, em co-autoria com Marcos Azevedo; e o PRÊMIO LUSOFANIAS DO CONCURSO LUSÓFANO DE TROFA – PORTUGAL DE CONTOS INFANTIS – 2015 com o texto infantil “Guarda- Chuva? Guarda-Chuva!”. Atualmente participa do Projeto “A HISTÓRIA DE BAKER”, de Cristiane Zuan Esteves, contemplado na 9ª. edição do Prêmio Zé Renato da Prefeitura de São Paulo. Participou em 2014 do projeto EVAKUIEREN Frankfunt na Alemanha com OPOVOEMPÉ sob direção de Cristiane Zuan Esteves. Em 2016 participou do espetáculo “O Pão e a Pedra” da Cia. do Latão, com a qual já havia atuado em “Auto dos Bons Tratos” (2002) e “Mercado do Gozo” (2004). EM 2017/18 participou do espetáculo “A Visita da Velha Senhora”, dir. de Luiz Villaça. Trabalhou com diversos diretores como Márcio Aurélio, Felipe Hirsch, Cristiane Zuan Esteves, Gustavo Kurlat, Sérgio Carvalho entre outros. Atuou também nos premiados longas-metragens: “Sinfonia da Metrópole” (2014) de Juliana Rojas, “O que se Move” (2012) de Caetano Gotardo, “Trabalhar Cansa” (2011) de Marco Dutra e Juliana Rojas e “Cristina quer Casar” (2003) de Luiz Villaça.

MARCOS AZEVEDO: é ator, diretor e dramaturgo. Possui licenciatura em Educação Artística com especialização em Artes Cênicas (Centro Artístico-Musical de Santos, CARMUS). Cursou a E scola de Arte Dramática – EAD (ECA/USP).
Escreveu e atou em “Caliban”, solo dirigido por Eduardo Bonito, e estreou no Edimburgh Festival/Escócia no C Venues (agosto/97). Hoje, “Caliban” integra os arquivos digitais de “Shakespeare in Performance in Brazil”.
Entre 1994 e 2002 integrou a Cia de Ópera Seca (dirigida por Gerald Thomas). Em 1997, escreveu e dirigiu “Encontro com Bispo do Rosário num buraco de metrô” solo com o ator Hélio Cícero.
É autor do texto “A Verdade Relativa da Coisa em Si” – Prêmio Funarte de Dramaturgia/2005 (em parceria com Beto Matos). Junto ao Coletivo Phila7: atuou como colaborador dramatúrgico e ator em “Play on Earth” (2006), “What’s Wrong with t he World?” (2008), em 2007, escreve e dirige “Febre”; em 2010 é coautor e ator em “Desesperando Godot” encenado no CCSP; em 2011, dirige “Fausto ComPacto” (PROAC novas montagens) e em 2017 e 2018, concebeu e atuou em “Código Aberto” e “Terreno Baldio”, no Teatro do Centro da Terra, na cidade de São Paulo.

Em 2019 e 2020, atuou em “O Camareiro” (dirigida por Ulysses Cruz e produzida por Tarcísio Meira) e foi indicado pelo 8º Prêmio Bibi Ferreira como melhor ator coadjuvante em peças teatrais. Em 2021, participou das montagens online de “Terra em Trâns ito”, direção de Gerald Thomas, e em “Mem@rabília”, projeto do Coletivo Phila7. Atualmente, é técnico artístico e diretor de “MEIO ΛMΛRGO”, texto de Gabriela Fazuna

Marisa Riccitelli Sant´ana

Produtora há mais de 20 anos atuando em várias áreas das Artes Cênicas tais como ópera, dança, teatro, circo e performances. Entre os principais trabalhos podemos citar:

Carmina Burana no Via Funchal, Ópera Guarani no Theatro Municipal de São Paulo, Abertura da Temporada de 2001 do TMSP, com o espetáculo Mulheres de Verdi, a Ópera Os Contos de Hoffmann, com direção cênica de Iacov Hillel e direção musical de Luís Malheiros com estreia no auditório Cláudio Santoro no festival de Campos de Jordão, produziu o espetáculo de reinauguração do Órgão Tamborini do Theatro Municipal de SP, tendo a oportunidade de trabalhar com os melhores diretores e Maestros tais como Naun Alves de Souza, Rubens Velloso, Iacov Hillel. , J. de Andrade, Mto. Samuel Kerr, Mário Zaccaro, Júlio Medaglia, Mto. Ripper, Gil Jardim.

Desde 2005 é sócia fundadora do Coletivo Phila7 produzindo todos os seus espetáculos tais como Play on Earth e A Verdade Relativa da Coisa em si, What’s Wrong with the World?, dentro da série Play on Earth, em conjunto com a Companhia Inglesa Station House Opera na OI Futuro Flamengo no Rio de Janeiro, Profanações, FaustoCompacto, Aparelhos de Superar Ausências entre outros e produziu o CD Água de Fonte de Claudia Riccitelli e Nahim Marun.

Dentre os projetos internacionais produzidos, podemos citar: Conjunto di Nero de Emio Greco & Pieter Scholten e Royal Dance da Cia Moare Danza,

The Continuum: Beyond the Killing Fields da Cia Theatreworks de Singapura e Out of Time de Colin Dunne, Gemelos da cia Teatrocinema, dentro do Festival MIRADA, o espetáculo DRESSING THE CITY the Angie Hiesl na Mostra SESC 2012 e o espetáculo VIOLET de Meg Stuart da Cia Damaged Goods, Ile O, Belonging, Underart e A O Lang PHO para o Festival SESC de Circos, Nosostres, Principio de Parcimônia, A Posto, La Polar, Festival Novíssimos Portugueses, Trajal Harrel, Let me Stay, Más Pequenos que el Guggheim, Vacio, Blue Remix e Banos Roma, Corpos em Espaços Urbanos , Big Bang, Still Life e An Old Monk –Poemas Para Bocas Pequenas e Nana Nana , A Capela, World of Interiors, Lábio de Liebre e Cuando Estallan las Paredes. Em 2017 produziu a instalação O Olhar do Boto do artista plástico Aguilar, na piscina do SESC Consolação.

Neste mesmo período produziu da Cia Phila7 os espetáculos Terreno Baldio, Código Aberto e 30 apresentações do espetáculo O Homem da Camisa Branca em teatros municipais da cidade de São Paulo.

Entre os trabalhos em 2019 destacam-se Enrolando um Becket de Rubens Velloso e Alvise Camozzi no Teatro Centro da Terra, Venice Island Fast Food com direção de Alvise Camozzi, no SESC Consolação, e a Produção Executiva do Festival Scena – Semana Italiana da Arte Contemporânea em São Paulo no SESC Pompéia.

Em 2020/2021 produziu a Plataforma MIT+, a revista cultural OBLÒ, e o projeto A Extinçao é Para Sempre de Nuno Ramos, entre outros.

Desde 2017, na MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, é Coordenadora de Logística.

Rubens Velloso

 

A formação e carreira de Rubens Velloso têm sido marcadas pela busca e conquista de uma expressão muito pessoal que alia linguagens das artes tão diversas como as do cinema, vídeo, artes plásticas e, principalmente, teatro.

É sócio fundador do Coletivo PHILA7 desde 2005 e, desde então participou na direção dos seguintes espetáculos: Galileu Galilei de Brecht no Teatro Alfa em 2005,  em junho de 2006, dirigiu o espetáculo Play on Earth, que conectou três países online: Brasil, Inglaterra e Cingapura. Em setembro deste ano, dirige a peça A Verdade Relativa da Coisa em si dentro da programação do Festival Emoções Artificiais do Itaú Cultural de São Paulo. Em 2008, dirige o espetáculo What’s Wrong with the World? Em parceria com Julian Maynard-Smith (Inglaterra – Station House Opera)  no Teatro OI Futuro no Rio de Janeiro, espetáculo que conectou ao vivo Londres e Rio de Janeiro. Em 2009 dirige WeTudo DesEsperando Godot, com apresentações em vários locais entre eles Centro Cultural São Paulo, Festival Conexão XXI na Paraíba e no espaço GAG.  Em 2010 dirige Alice Através do Espelho no SESI de São Paulo. Em 2011 dirige Ocuppy all Streets e é responsável pela concepção e direção de 25 programas denominados:  Uma aventura do conhecimento para o site Física Vivencial. Em 2012 dirige Profanações no Oi Futuro Flamengo no Rio de Janeiro. Em 2013, participa da criação coletiva do Phila7 – Aparelhos de Superar Ausências na Oficina Cultural Oswald de Andrade. Em 2014 dirige o espetáculo da Cia Arte e Ciência no Palco intitulado Matéria Obscura. Em 2015 participa como cenógrafo, em parceria com Eduzal, no Espetáculo Guerra sem Batalhas da Cia Les Commediens Tropicales. Em 2017 dirigiu o espetáculo Código Aberto com o Phila7 e Cia Coato, no Teatro do Centro da Terra. Em 2018 dirige o espetáculo Terreno Baldio. Em 2019, junto com Alvise Camozzi, fazem dois espetáculos: Venice Island Fast Food no SESC Consolação e Enrolando um Beckett no Teatro Centro da Terra.

 

Também já participou de vários encontros e palestras em Universidades e Centros de Cultura pelo Brasil tais como em Fortaleza, Ouro Preto, Florianópolis, Brasília entre outros.

 

Rubens Velloso, em 2020, foi um dos 15 artistas criadores escolhido para ser homenageado pelos 15 anos do Instituto Oi Futuro no Rio de Janeiro. Foram feitos 15 episódios, cada um com um artista escolhido, sendo o nome da série #OI FUTURO AGORA.

 

Teve vários textos publicados em revistas especializadas como Moringa – Artes do Espetáculo (CCTA-UFPB – Editor José Tonezzi), Revista Antropositivo e no livro Efêmero Revisitado de Leonardo Foletto.

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